Na vida real as aparências estão do outro lado do espelho. Na vida real não me assemelho à simulação das evidências (SG)
quinta-feira, novembro 27, 2008
Os livros
Carlos Ruíz Safon in "O Jogo do Anjo"
sexta-feira, novembro 21, 2008
O meu Deus das pequenas coisas
Preciso de um abraço. Amigo, sentido. Que me distinga de todas as outras pessoas. Diferente: nem melhor, nem pior.
Preciso de um beijo. Um só. Roubado. Nem que seja roubado. Que me faça soltar uma gargalhada. Que me faça dar Graças pelas pequenas coisas.
quarta-feira, novembro 19, 2008
A liberdade é uma maluca, que sabe quanto vale um beijo!
Todos nós pagamos por tudo o que usamos
o sistema é antigo e não poupa ninguém
somos todos escravos do que precisamos
reduz as necessidades se queres passar bem
que a dependência é uma besta
que dá cabo do desejo
e a liberdade é uma maluca
que sabe quanto vale um beijo
Enquanto houver estrada para andar
a gente vai continuar
enquanto houver estrada para andar
enquanto houver ventos e mar
a gente não vai parar
enquanto houver ventos e mar
Jorge Palma
terça-feira, novembro 18, 2008
terça-feira, novembro 11, 2008
Pensamento do dia
Nunca imitei ninguém
E rio-me de todos os mestres
Que nunca se riram de si
Friedrich Nietzsche
quarta-feira, novembro 05, 2008
terça-feira, novembro 04, 2008
Movimento Perpétuo Associativo
Agora sim, damos a volta a isto!
Agora sim, há pernas para andar!
Agora sim, eu sinto o optimismo!
Vamos em frente, ninguém nos vais parar!
Agora não, que é hora do almoço…
Agora não, que é hora do jantar…
Agora não, que eu acho que não posso…
Amanhã vou trabalhar…
Agora sim, temos a força toda!
Agora sim, há fé neste querer!
Agora sim, só vejo gente boa!
Vamos em frente e havemos de vencer!
Agora não, que me dói a barriga…
Agora não, dizem que vai chover…
Agora não, que joga o Benfica…
e eu tenho mais que fazer…
Agora sim, cantamos com vontade!
Agora sim, eu sinto a união!
Agora sim, já ouço a liberdade!
Vamos em frente, é esta a direcção!
Agora não, que falta um impresso…
Agora não, que o meu pai não quer…
Agora não, que há engarrafamentos…
Vão sem mim, que eu vou lá ter…
http://www.youtube.com/watch?v=us9dIcLjfKM
quarta-feira, outubro 29, 2008
Not as We
Day one day one start over again
Step one step one
I'm barely making sense for now
I'm faking it I'm pseudo making it
From scratch begin again but this time I as i
And not as we
Alanis Morissette e Guy Sigsworth
quarta-feira, outubro 22, 2008
Horas extraordinárias
Foi a saudade do teu braço
E o olhar que já da tua luz me dói
| Trabalhei sem dar pelo can | saço |
Um dia que passou num furacão
Um furacão que se amainou, só
Quando aparte o amor eu me vi só
Atirando a moeda ao ar
Diz-me que cara ou coroa eu vou ganhar
Diz-me quanto eu fiz bem em me apostar
E que bem fiz em ter por necessárias
As horas extraordinárias
S.G
Já não se escrevem cartas de amor, Mário Zambujal
Todo o livro se insere num simples fim de tarde e serão, onde Duarte relembra a saudosa década de 50 passada em Lisboa na sua juventude. Cada Capítulo tem o presente e o passado, as memórias surgem em catadupa enquanto aguarda a chegada da mulher que volta de Lisboa. Zambujal tem a capacidade impressionante de me prender à leitura, de sentir com as personagens.
segunda-feira, outubro 20, 2008
Oração Universal (excerto)
Cujo coração ainda bate fortemente para lutar,
Cujo espírito se revolta contra a injusta sorte que lhes foi imposta,
Cuja coragem exige o direito à inestimável dignidade
Nós Te invocamos, Deus nosso Pai.
Envia operários para a Tua seara.
Por todos aqueles milhares de crianças, mulheres e homens
que não querem amaldiçoar,
mas sim amar e orar, trabalhar e unir-se,
para que nasça uma terra solidária.
Uma terra que seja nossa terra.
onde cada homem daria o melhor dele mesmo
Antes de morrer
Nós Te invocamos, Deus nosso Pai.
Envia operários para a Tua seara.
Padre Joseph Wresinski, Oração feita na Catedral de Notre-Dame em Paris a 17 de Outubro de 1987
Quando os meus ideais muitas vezes parecem entrar em conflito com a minha Fé, dão-me a conhecer estas maravilhas. Obrigada G.
sexta-feira, outubro 17, 2008
Num País Livre, V.S. Naipaul

Um conjunto de histórias diferentes com um elo em comum: a emigração, o exílio, a liberdade, o preconceito. E solidão, muita solidão. Muito denso, é um livro que se distingue dos outros (poucos) que conheço deste autor britânico originário das Caraíbas: é, página a página, perturbador.
Este livro foi-me oferecido, a dedicatória dizia
Para alguém que, tal como o livro, consegue ser ao mesmo tempo compreensiva e implacável.
(obrigada pela oferta, M.)
quarta-feira, outubro 15, 2008
quarta-feira, outubro 08, 2008
Angústias
Nessa altura nunca imaginámos onde estaríamos daí a 10 ou 15 anos. Hoje vives o que deve ser o pior dos momentos da tua vida e, não podendo estar contigo, aqui fica a minha homenagem a ti, que és mulher e mãe com uma vida inteira pela frente, que mostraste durante todo este tempo que és uma grande mulher.
Na minha ausência forçada - queria ter estado aí hoje - rezo por ti e por eles, os homens da tua vida.
terça-feira, outubro 07, 2008
Abismos
Agora chove - a chuva lava muita sujidade - e o tempo faz adivinhar mudanças.
É aqui, neste tempo, com este tempo que se alteram olhares, diferentes olhares de ver o que é tão óbvio.
A única garantia é que a perspectiva de hoje será a de sempre, para sempre.
quinta-feira, outubro 02, 2008
Pensamento do Dia
Não sei se te deva agradecer.

