quarta-feira, setembro 21, 2011

Obriguei-me a sentir e a sofrer. Talvez residisse aí o grande problema, essa minha mania de me querer convencer que está tudo bem quando não está. Percebi que sou mais transparente do que um copo de vidro, e que “quando estou triste fico mais bonita” – há sempre alguém que me mostra o lado bom das coisas quando eu não o consigo vislumbrar. Há coisas que nos dizem que parecem simples, mas que dizem mais de nós do que somos capazes de aferir: “Estou a pedir-te opinião porque como és uma bruta, sei que vais dizer a verdade”. Eu digo quase sempre a verdade. Mas a verdade dita com o coração às vezes dá nisso. Não me arrependo.


Arrependo-me muito pouco do que faço. De alguma maneira aprendi – não sei onde, ou com quem, mas aprendi – que não vale a pena chorar sobre o leite derramado. Como não vale a pena sofrer por antecipação.

Não antecipo problemas, como não antecipo soluções. Bem vistas as coisas, não sei se é a melhor maneira de lidar com os problemas, com a vida em geral. Mas nem sempre há outra maneira e, quando há, eu não a escolho.

A vida é feita de escolhas e temos de saber viver com elas. Escolhi sempre não me amedrontar, que é mais ou menos o mesmo que dizer não me acobardar.

Toda a vida odiei cobardes.

sexta-feira, setembro 09, 2011

segunda-feira, setembro 05, 2011

Já está

discernir
(latim discerno, -ere, separar, distinguir)



1. Distinguir.
2. Estabelecer conveniente diferença (entre coisas ou pessoas).
3. Discriminar.
4. Conhecer.
5. Julgar.
6. Apreciar.
7. Medir.
8. Avaliar bem.

via Priberam.pt