segunda-feira, janeiro 14, 2008

CGTP-Intersentimental (citando de novo "O Boato")

Ele era sempre tão afectuoso que já o chamavam o Carvalho da Silva das manifestações amorosas.

sábado, janeiro 12, 2008

Coisas que me tiram do sério

A política (e os políticos) de hoje.
A desonestidade.
As meias verdades ou meias mentiras porque são a mesma coisa.
Passados repetidos.
Pessoas passageiras.
A chuva quando não molha.
Futilidades.
Indefinições.
Faltas de educação.

A tristeza dos amigos.

As mulheres de meu pai, José Eduardo Agualusa


A personagem morta sempre presente: Faustino Manso, compositor e músico angolano. A vida à volta das suas sete viúvas e dezoito filhos. A realizadora de cinema Laurentina, filha mais nova de Faustino, percorre a vida de seu pai de fio a pavio: os lugares, as mulheres, os amigos. Uma viagem por África, pelas suas gentes, história, paisagens, cheiros.


Agora que África está tão perto da minha vida (porque faz com que algumas pessoas estejam tão longe) há livros que são verdadeiros sinais de Deus. Obrigada à Mãe que me ofereceu este livro cuja dedicatória dizia "que eu seja a única do Pai".

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Pensamento do dia

O novo aeroporto de Alcochete devia chamar-se "Aeroporto Jámé" - escrito assim é melhor, já que o Francês escrito como se lê em português é muito mais Lin(D)o.

sábado, janeiro 05, 2008

Disse-o o "Boato" quando ainda era vivo

Andamos todos a tentar dizer coisas definitivas a pessoas passageiras.

terça-feira, janeiro 01, 2008

Canário, Rodrigo Guedes de Carvalho




Em Canário o narrador enfrenta o leitor, desafia-o num tom ríspido de quem nada teve e dificilmente alguma coisa terá. Um homem sem futuro, "engaiolado" que disserta sobre as coisas da vida, da sua vida na prisão e fora dela. Várias histórias que a determinada altura se unem por uma coincidência que se vem a verificar não ser feliz. Histórias de vida, de pessoas iguais a tantas outras e talvez por isso seja um livro fascinante, perto do trágico.

Jerusalém, Gonçalo M. Tavares


O pior que pode haver nos seres humanos. Uma pesquisa sobre os horrores do passado e uma possível previsão dos horrores do futuro. A incerteza da demência - ao ler sobre a demência da personagem central Mylia Busbeck (para mim, pode haver outras leituras) fiquei a pensar se não seremos nós, ditos "sãos" os dementes deste mundo.

Um livro surpreendente por tudo: o autor que desconhecia e que superou todas as expectativas, as personagens tão complexas e tão reais, a história tão estranha que nos obriga a reflectir sobre o estado das coisas. Surpreendente também pelo final.

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Até 2008

Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Carlos Drumond de Andrade

Para a T. que vai começar um novo ano, uma nova vida.
Para todos, um bom ano.

sábado, dezembro 22, 2007

Parabéns...

... por mais um ano que teve de tudo: dos momentos mais felizes aos mais assustadores.
Parabéns por este ano, mais do que por todos os outros.
Parabéns.

domingo, dezembro 16, 2007

Dúvida

É quando o dia nasce, ou o nascer do dia em ti.
É o passado que volta sem avisar.
É saber o que está errado, fingindo que está certo.
Let's pretend there's no world outside.

terça-feira, dezembro 11, 2007

Quando, em pleno Advento, me anunciam mais esta Boa-Nova fico sem palavras, não sei o que pensar, sei apenas que sou a Tia mais feliz do mundo.
Pensei que era impossível ter um Natal mais feliz este ano: com o Vasco, perto da Carolininha. Afinal, vai ser um Natal ainda mais feliz. Que venham tantos quantos eu conseguir abraçar. E obrigada por me fazeres assim feliz.

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Quando

... os pacotes de açúcar que não utilizo porque gosto de café amargo dizem duas vezes no mesmo dia "Um dia mudo radicalmente de visual. Hoje é o dia." fico a pensar de devia rapar o cabelo.

Valeu-me a tua mensagem que dizia qualquer coisa como "é indiferente. ficas bem de qualquer maneira".

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Adeus, Fernando

O Fernando foi o homem que mais finos me serviu em toda a minha vida. (não era para começar por aqui mas é a mais pura das verdades)

O Fernando era o homem que sempre que não me via há mais de uma semana fazia questão de me dar um beijinho na testa. Era o homem que dava abraços sentidos ao Francisco e ao Diogo quando vinham de visita.

Era com ele que volta e meia aconteciam conversas hilariantes:
- Fernando, queria um fino.
- Já vai!
(quando demorava mais do que era suposto...)
- Fernando, esqueceste-te do meu fino?
- Ai a merda... Pois esqueci!!! (Seguido duma bela gargalhada).

O Fernando adorava crianças, brincava com elas. Gostava de nós, conversava connosco, queria saber o que andávamos a fazer.

Nunca vi aquele homem aborrecido. Sempre bem disposto, sorridente, quase eléctrico.
Fica aqui a minha homenagem, em nome de todos aqueles que passaram alguma parte da sua juventude no velhinho Avenida, que certamente sentirão tanto a falta dele como eu.

Hoje queria ter estado em Coimbra, sendo completamente impossível, aqui fica aquele "até logo" que sempre lhe dizia mesmo que naquele dia não voltasse ao Avenida (que aliás não vai nunca ser o mesmo sem ti).

domingo, dezembro 02, 2007

SMS, sessão nostalgia

E depois há aqueles dias em que a vida só faz sentido ao pé de ti. São muitos, não é só hoje, mas hoje especialmente. Beijos lindos como tu.

Porque te adoro, porque tenho saudades, porque me fazes falta.

domingo, novembro 25, 2007

As músicas, sempre as músicas

Ah que esse cara tem me consumido
A mim e a tudo que eu quis
Com seus olhinhos infantis
Como os olhos de um bandido
Ele está na minha vida porque quer
Eu estou pra o que der e vier
Ele chega ao anoitecer
Quando vem a madrugada ele some
Ele é quem quer
Ele é o homem
Eu sou apenas uma mulher

Caetano Veloso

sábado, novembro 24, 2007

Cenas

Há uma casa pequenina na Praça de Alvalade onde me sinto em casa e em boa companhia (desculpa o pesadelo, e viva a vizinhança estranha às 6 da manhã!).

Os regressos nem sempre são fáceis e este foi especialmente difícil. Há decisões que têm de ser tomadas, custe o que custar. (E custou muito, não imaginas quanto).

A solidão já não é o que era.

sexta-feira, novembro 16, 2007

Os regressos

Entre partir e regressar, cá vamos andando.
Há uma coisa que tenho mesmo de dizer. Já falei das maravilhas de ser tia. Já expliquei este amor inexplicável, esta sensação única que não dá para descrever. Mas há uma coisa.

Quando o mundo cai sobre nós, quando chego a casa (da Mana) cansada mais de estar sozinha do que de muito trabalhar, quando só me apetece dormir e acordar daqui a 15 dias... Há uma coisa.

Há o sorriso mais lindo do Universo, dirigido directamente a mim, mesmo sonolento, mesmo cansado, mesmo birrento. Há um sorriso que tem um dono, o seu nome é Vasco e não tem descrição.

quarta-feira, novembro 14, 2007

domingo, novembro 11, 2007

Não,

não me olhes que o amor ainda acorda.
Não grites, que o vizinho ainda acorda.
Deixa-o dormir, o nosso amor, um bocadinho mais
Deixa-o dormir que viveu dias tão brutais.
(S.G.)

sábado, novembro 10, 2007

To the World

I send a SOS to the world.

sexta-feira, novembro 09, 2007

quinta-feira, novembro 08, 2007

Febre

Não sei se é da ausência.

domingo, novembro 04, 2007

Aviso à navegação

Adivinham-se dias tempestuosos.
Mau feito à espreita.
Nunca tinha conhecido o efeito de dispersão em tão grande tamanho.
Perigo de disparar em qualquer direcção.

sábado, novembro 03, 2007

Porque...

... não sei dizer adeus, nunca gostei de despedidas.
Porque és mais que uma irmã, porque vais partir, porque te adoro, porque não sei como vai ser por aqui sem ti.
Irrita-me ter a certeza que tudo vai correr bem. Se não corresse, eu seria de certeza um dos ombros em que chorarias, um dos túmulos com quem desabafarias.
Rezo por ti sempre que rezo, penso em ti sempre que posso. Faltam 3 dias, e nestes 3 dias vamos fazer como sempre fizemos quando alguma mudança vinha a caminho: fingimos que nada vai acontecer. Já chorámos, já desabafámos, agora resta-nos fingir que vai passar depressa.
Tenho medo por ti, mas também o tenho por mim. Sinto-me egoísta porque às vezes penso que só devia pensar em ti e deixar de pensar em mim. Não consigo.
Estes feitios que se cruzam e que volta e meia explodem, estes feitios que se complementam sem parecer que são realmente parecidos, este medo que ambas sentimos não têm cura.

Vou desenhar esperanças, escrever danças, pintar os dias.
Cá te espero, sempre. Para sempre.

quarta-feira, outubro 31, 2007

Quando os posts antigos continuam a fazer todo o sentido, quando as saudades apertam.

Passados, Presentes (para ti, F.)

Prometeu-lhe que quando fossem velhinhos ia continuar a ser assim.
Prometeu-lhe que iam sempre ser o que tinham construído até hoje, naquela amizade que já teve de tudo: amor, discussões, enganos - e no fim, sempre o melhor disso tudo, a cumplicidade que lhes permitia dizer o que pensavam, alimentar as suas lágrimas com aquele sorriso que só eles sabiam dar um ao outro que dizia que "tudo vai passar. Passa sempre".
É porque se têm um ao outro. Porque sentem um amor infinito que ninguém parece compreender, apenas criticar ou desconfiar.
É porque só assim, com aquele amor fraterno inexplicável, as suas vidas faziam sentido.
Tinham a certeza que haviam sido amantes noutra vida e isso explicava tudo, até o facto de se sentirem como irmãos.

quinta-feira, outubro 25, 2007

O lado...

... esquerdo é sempre o mais negligenciado. Deve ser por ser o lado do coração.

domingo, outubro 21, 2007

Sinais...

... que parecem dizer alguma coisa e não sei interpretar.
Preciso de descansar.

sábado, outubro 20, 2007

No brains

Não quero pensar mais.

quinta-feira, outubro 18, 2007

Pensamento do Dia

O Deserto é um Hotel de Mil Estrelas.

domingo, outubro 14, 2007

Todo o sentimento

Preciso não dormir
Até se consumar
O tempo da gente
Preciso conduzir
Um tempo de te amar
Te amando devagar e urgentemente
Pretendo descobrir
No último momento
Um tempo que refaz o que desfez
Que recolhe todo sentimento
E bota no corpo uma outra vez
Prometo te querer
Até o amor cair
Doente, doente
Prefiro então partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente
Depois de te perder
Te encontro com certeza
Talvez num tempo da delicadeza
Onde não diremos nada
Nada aconteceu
Apenas seguirei
Como encantado ao lado teu.

Chico Buarque e C. Bastos (podiam ser os Xutos)

Hoje

Passados repetidos com futuros já escritos.

quinta-feira, outubro 11, 2007

Pensei que o meu pai era um Deus


De Paul Auster. Um conjunto de cartas escritas ao autor numa altura em que tinha um programa de rádio e pedia aos ouvintes para lhe escreverem pequenas histórias que parecessem ficção mas que fossem reais. O programa teve imenso sucesso nos EUA e das 4 mil cartas que Paul Auster recebeu, escolheu 179 que retratam muito daquilo que a América é (de bom e de mau) e onde os ouvintes partilham histórias cómicas, tristes, trágicas, irónicas de várias épocas. É, como disse o The Times "ouvir a América falar".


Não resisto em transcrever um parágrafo de um dos muitos autores deste livro: Dede Ryan que no capítulo dedicado às "Meditações" escreve um texto chamado "Martini e algo mais" cujo texto um dia escreverei aqui na íntegra porque é brilhante. Fica um bocadinho:


Se o leitor tem sede de saber, só tem de olhar para o fundo do seu copo. Não, não olhe mais além. Agite brandamente os seus sonhos e verá - os seus pensamentos e imaginação levá-lo-ão a passar o cabo dos mais estremecidos sonhos e esperanças.



E outro, que é sobre a rádio, a "amiga da solidão" escrita por Ameni Rozsa:


Ser-se abandonada, por vezes, é uma ventura. Enquanto cuidamos das nossas perdas, pode ser que os nossos eus voltem, pé ante pé, para dentro de nós.

As noites das mil e uma noites

De Naguib Mahfouz, Prémio Nobel da Literatura em 1988 é uma viagem impressionante pelo mundo Árabe. Sentem-se os cheiros, os sabores, enfim, a cultura de um mundo distante e diferente.
Acima de tudo senti que há valores que são da Humanidade e lembrei-me da pretensão do Ocidente em achar que só aí (aqui) é que se é livre e justo.
Confirmo com este livro aquilo em que já acreditava: seja qual for a religião, a cultura, a nacionalidade, todo o ser humano sabe distinguir entre o bem e o mal.

Curtas

Quis amanhecer de novo, de alguma maneira consegui

Estar com os amigos (vários, em diversos dias) faz-me bem

Deus apareceu-nos subitamente na A1: "Ele é o rei" fez-nos soltar uma bela gargalhada (já pra não falar naquela palavra feia)

"A vida não vai parar, não percas tempo" continua a ser uma maneira de estar na vida (talvez como outra qualquer)

E mais, muito mais

domingo, outubro 07, 2007

Lá,

No quarto das estrelas vêem-se estrelas, vêem-se sonhos. O quarto das estrelas tem futuros e passados, tem lembranças, cheiros, sensações estranhas. No quarto das estrelas lêem-se livros, chora-se e ri-se com eles. No quarto das estrelas forjam-se reviravoltas, projectam-se mudanças.
Foi ali, sozinha no quarto dos sonhos, que me despedi de ti sem saber se vai ser para sempre. É ali que tomo decisões que têm consequências.

sábado, outubro 06, 2007

Cenários

Passaram-se muitas coisas. Momentos. Tempos.
Gare do Oriente, comer "junk food" à espera do combóio. Encostada a uma coluna, pés em cima da mala que estava em cima do banco, a borrifar-me "para as maneiras". Chega uma rapariga, devia ser mais ao menos da minha idade. Mulata, com uma bagagem que incluía uma guitarra. Pensei "esta deve ouvir boa música, não sei porquê". Senta-se no banco atrás do meu. Olho-a de "phones" nos ouvidos, mas reparo que não é o mais recente "i-pod" que agora todos têm: é uma banal (e ultrapassado para os que já não compram cd's) discman. Sem querer ouço a música que ela ouvia declaradamente alto: Yann Tiersen, "O Fabuloso destino d'Amelie Poulain". Esta música persegue-me em alguns momentos da minha vida. Apeteceu-me pôr-lhe a mão no ombro. Não o fiz.

sábado, setembro 29, 2007

No Comments

You forged my love like a weapon
And turned it against me like a knife
You broke my last heartstring
But you opened up my eyes

Jewel

Sim, acredito

Acredito que o mal que fazemos aos outros acaba por, mais tarde ou mais cedo, voltar a nós. Acredito no perdão.

sexta-feira, setembro 28, 2007

Só mais uma coisinha...

Não sei se 4ª feira foi noite de lua cheia. Mas é a única explicação que encontro para que de repente se tenham passado.
Fico-me por aqui, porque não há pachorra pra revivalismos. E dos maus.

Últimas

Viver com o Vasco, o sobrinho mais lindo de todos os sobrinhos de todo o mundo. Ajudar a tratar dele.
Primos F e F no seu melhor: sabe-me bem conversar no sofá vermelho, na casa mais linda do mundo (é mesmo...).
Almoço entre amigas. Pataniscas de bacalhau em Lisboa... Brutal. Compras.
Ajudar no vestido de noiva da T. (é lindo...)

Voltar. Sabe bem voltar.

O mais recente Mestre é o máior.
Copos, conversas. Risos.
Cozinhar algo... ébria...

Enfim, vidas.

Não imaginas como te respeito, como te adoro e como só quero que sejas feliz. E que se lixem os outros!!!

quinta-feira, setembro 20, 2007

À espera

Não estou como as 400 bruxas do (grande) Zeca que
"estavam todas juntas
(...)
à espera, à espera,
à espera da Lua Cheia"

mas estou à espera de qualquer coisa que não sei bem o que é.

Hoje recebi uma carta, a 1ª com o "drª" atrás do nome (sim, eu que adoro essas merdas) a dizer que não tinha sido seleccionada para uma bolsa a que concorri. Nem entrevistas houve: estranho, não? Bem-vinda, JoaninhaLibelinha, à triste e dura realidade. Lisboa aqui vou eu, cheia de vontade e de medo porque não sei bem onde me meti...

quarta-feira, setembro 19, 2007

Atenção

Níveis de tolerância próximas do zero. Porque EU tenho razão, digam o que disserem, venha quem vier.
Não, não estou a ser arrogante. Estou só a dizer que tenho razão.

Porra, que alguma vez batam os outros com a cabeça para ser diferente. A minha está cheia de galos.

Talvez os diálogos de antigamente nos fizessem bem. Talvez um dia voltemos a ter vontade de os praticar. Ou talvez não. Só que desta vez eu não cedo. Para ser diferente.

terça-feira, setembro 18, 2007

Ninguém escreve ao coronel



Um mundo onde o que interessa são as aparências.

Um mundo em que a realidade se confunde com a ilusão.

A velhice, no pior dos momentos. A reforma esperada há 15 anos.

Um galo.

Tudo através da escrita de Gabo.

domingo, setembro 16, 2007

Kafka à beira-mar



Duas vidas paralelas que se cruzam sem se tocarem.

Uma sensibilidade impressionante do autor Haruki Murakami.

Mais uma vez, aconselho. (Obrigada pelo conselho, amigo Gui).

Mudemos

Porque não podemos ser sempre iguais. Porque devemos alterar o que é defeito ou está ultrapassado. Porque precisamos de nos renovar de vez em quando. Porque eu adoro upgrades. Porque sim.

sexta-feira, setembro 14, 2007

Dias fora, dias úteis

Tempo para pensar, tempo para dormir.

Tempo para ver filmes, tempo para conversar.

Tempo para receber boas notícias (finalmente), tempo para parar.



Lisboa, aqui vou eu. Não sei como, não sei quando. Mas vou.

(Que bom que foram estes dias, estes serões como antigamente. Praia, filmes, conversas, bons vinhos... Dores de cabeça ao deitar, gargalhadas.)

segunda-feira, setembro 10, 2007

Coisas, cenas

  • Os jogadores da Selecção Nacional de Rugby sabem o Hino Nacional, comovem-se e não se limitam a ouvi-lo
  • Este fim-de-semana, no Expresso, vem uma pequeníssima notícia numa pequeníssima caixa no fundo esquerdo de uma das páginas acerca de uma qualquer obra do Sr. Berardo no Barreiro. Parece que há algumas ilegalidades, mas segundo o Presidente da Câmara "não é uma grande ilegalidade" e como tal não vai embargar a obra. É bom saber que há grandes e pequenas ilegalidades, que são os Presidentes de Câmara que definem o que é grande e o que é pequeno, e principalmente que a notícia não tenha o destaque merecido (não nos esqueçamos que quando esse senhor resolveu dizer que o Rui Costa estava velho - concordando-se ou não - abriu telejornais)
  • Os telejornais continuam a abrir com a Maddie, dizem-se mentiras atrás de mentiras, fala-se do que não se sabe e que está em segredo de justiça (ainda que neste país já se saiba como é este segredo) e temos de gramar todos os dias com isso se queremos estar informados
  • A velhinha pastelaria "Central", situada na baixa de Coimbra junto à "Nicola", fechou. Vai ser uma loja de meias (irónico...?)

Pronto, por hoje chega.

domingo, setembro 09, 2007

Vá,

Não percamos tempos para lá dos já perdidos.

sábado, setembro 08, 2007

Isto não é ficção...

Todos os dias, ao deitar-me no quarto azul das estrelas (leia-se em Coimbra), ouço o que parece ser a ronca dum qualquer farol à beira-mar plantado. Penso que pode ser uma máquina, um gerador, um ar condicionado - não interessa - de um vizinho. Convenço-me que estou a adormecer à beira-mar, junto a um farol numa noite de nevoeiro. E durmo feliz!

quinta-feira, setembro 06, 2007

O tempo...

... passa a correr.

segunda-feira, setembro 03, 2007

H1, H2, H3... ?1, ?2, ?3...

- Diga o que lhe dói.
- Não sei bem o que me dói. Mas não é isso que quero saber: o que quero realmente é saber porque apareceu - se é só dor, se é saudade, desilusão, cansaço, descrença - e como desaparece - desculpe, aqui não tenho hipóteses.

The Simpsons


O enredo, nada de especial tendo em conta a quantidade de episódios brilhantes que exitem na série. Muito bom nos pormenores "à Simpsons". Hilariante, mesmo. Fraca tradução, o que é pena. Ainda assim vale mesmo a pena ver.

sexta-feira, agosto 31, 2007

Vento-chuva

Tenho a janela aberta e ouço barulho. Não sei se é das árvores ao sabor do vento se é chuva. Deve ser apenas o vento porque não cheira a terra molhada. Não me levanto para ir ver. Dirá isto alguma coisa acerca do meu estado de espírito...?

Schmooze Award

Parece que o meu blogue ganhou um prémio. Apetecia-me fazer um discurso ao estilo Hollywood - estou a brincar, não me apetecia nada - mas vou ficar-me pelo agradecimento ao Ishgaard por me ter nomeado e também por ser uma visita assídua e incógnita no meu blog, o que me deixa roída de curiosidade (sim, confesso) mas imensamente orgulhosa. Citando djamb via Ishgaard, este prémio é atribuído “no âmbito de selecção dos blogs que têm vindo a promover um relacionamento na blogosfera, através de temas actuais e de conversas sobre os mesmos com os outros utilizadores”.
Pelo que percebi pela pesquisa que fiz, é suposto fazer também 5 nomeações. Pois bem, espero não ofender ninguém, mas não o vou fazer. Em primeiro lugar porque os blogs que normalmente visito são de amigos (sim, também tu Ishgaard és um amigo) e como estão mencionados do lado direito desta página não queria nada escolher 5 dos que gosto. Em segundo lugar porque quem lê o meu blogue sabe a paixão que tenho pel' OBoato, entre outros que vejo com alguma frequência, e que não gostaria de ter de escolher entre eles.
Fica o agradecimento ao homem que não me tira o sono mas quase por não saber quem é e com quem tenho por vezes discussões blogosféricas altamente dignificantes (não encontro de momento um adjectivo melhor mas tenho a certeza que há).

Take-Away

Todos os dias há mais corações partidos. Como pratos e copos no frenezim dum restaurante.
Daí que o conceito "take away" faça tanto sentido.

quarta-feira, agosto 29, 2007

M-E-D-O

Pânico que nos tenhamos tornado "disfuncionais". Pensámos tantas coisas juntos, concordámos em muita coisa, as discordâncias eram às vezes profundas mas nunca incompatíveis: na política, na religião, na maneira de ver o mundo e os outros.
Não temo que continuemos a discordar, afinal sempre assim foi e a isso se chama "conflito de gerações".

Hoje, no meio da insónia (que nunca tive, onde a genética não conseguiu chegar), temo ter perdido o respeito pelas tuas opiniões, pela tua maneira de pensar. Por alguns segundos, algures num passado recente, o meu mundo seguro desabou e depois disso deixei de ter vontade de partilhar.


Porque por mais que me custe admitir nunca gostei de TE partilhar. Porque sempre acreditei que eras o meu escudo. Porque me desiludiste.

E tenho medo que não passe...

As mãos do mundo


Esta imagem só faz sentido se formos capazes de ver duas mãos diferentes.
O mundo só faz sentido se estivermos ligados a alguém. A outra metade do meu planeta azul tem muitos nomes. Tantos quantas as pessoas de quem gosto e onde há sempre espaço para mais.
A tua desatenção é como um tiro no escuro que me acerta sempre. E depois dizes as coisas mais bonitas nos momentos mais inesperados e o meu seguro caduca outra vez. Nunca tenho as contas em dia, bolas!

E assim foi

Finos ao fim da tarde com cheiro a mar da Figueira. Uma notinha no casino. Uma Francesinha (meia + meia), alguns finos e... O grande Sérgio Godinho. Começa com a música que faz parecer que o concerto é para mim: "Arranja-me um emprego" (ok, e para mais uns bons milhares de portugueses). Faz referência ao José Mário Branco e ao Zeca (tive de gritar "Viva!"). Toca o "Elixir da eterna juventude" e canto com ele que "só há liberdade a sério quando houver a paz, o pão, habitação, saúde, educação". Ligo a um velho amigo quando ouço um "brilhozinho nos olhos". Apaixono-me pelo Nuno Rafael (sim, Joana da Ilha Verde, isto ainda vai dar molho!!!) que é só o homem dos 7 instrumentos, mais voz, mais giro.
Noites bem Passadas em Ligação directa.

domingo, agosto 26, 2007

2ª mão

Carros, casas, máquinas fotográficas.
Saem mais baratas, em segunda mão. Temos menos medo de estragar.
Paixões em segunda mão, há?

terça-feira, agosto 21, 2007

Para lá

... e para cá. Viagens pequenas, quilómetros atrás de quilómetros. Mira, Figueira(e umas belas noitadas), Coimbra, Anadia (e uma bela festa), Mira, Praia de Mira, festas, jantares, amigos e mais amigos. Férias volantes: assim, sim. Até qualquer dia, vou continuar.

sábado, agosto 11, 2007

Des

encontros de novo adiados.

Vou estender-me na praia e ouvir o Mar. Acordar dormindo. Sonhar.

A dúvida

Ressentimentos não deviam ser sentimentos repetidos?

sexta-feira, agosto 10, 2007

Sim,


OBRIGADA


A todos:

Faísca, Beta, Janjas, JP, Filipe, João D., Zá, Tomás, Chica, Raquel, Joana Só, Samu, Anjinho da Guarda, Meli, Catarina, Zé

Para fora, aqui e agora - Pensamentos dos últimos 13 dias




"A vida não vai parar, não percas tempo"

"Ocuparmo-nos mais, mais muito mais, dos interesses de Jesus"

"Se a Mamã não tem juízo, e põe mais pimenta do que é preciso, o corpo é que paga" (ou natas...)

"Não, não são salmonelas - foram as natas."

"DI-ETA"

sábado, julho 28, 2007

EU VOU...

... "Para fora, aqui e agora" durante 13 dias. Até lá.

quinta-feira, julho 26, 2007

terça-feira, julho 24, 2007

Acautelem-se





Antes, agora... E depois? Onde é que este país vai parar...
Sim, eu digo mal do Primeiro-Ministro, do seu Governo, dos políticos em geral.
E depois?

segunda-feira, julho 23, 2007

Quando as músicas fazem mais que sentido

Ninguém nos ensinou a usar
nada do que recolhemos pelo caminho
perto das ilusões
entre o amor e as razões perversas

J. Palma

Hoje...

... começo com a ideia de que sou a encarnação da Lei de Murphy.
Acabo com a certeza que tudo vai mudar e com um sorriso rasgado nos lábios. E bolos de amêndoa "que sabem a bola de Berlim"!!!

Ps - amanhã cheira-me que vai chover. Decidi que vou a pé para o trabalho. Parece desagradável, mas nada melhor do que uma chuvinha na tola para refrescar as ideias.
Lei de Murphy? O que é isso?

sábado, julho 21, 2007

No Comments

"As lágrimas cheias de sal não lavam o nosso mal"

Mas ajudam... :)

Rumos

Uma estrada sem fim. Um caminho com final imprevisível. Fantasmas pelo meio, lágrimas, medo, fraqueza.
Cigarros, copos, alegria fingida. Não há projectos, não há milagres.

É preciso ter calma. Perceber que sai muitas vezes tudo ao contrário e ainda assim sobrevivemos.

sexta-feira, julho 20, 2007

quinta-feira, julho 19, 2007

Presentes, Futuros

Olhas as ruas e não percebes as caras, as expressões. Queres sentir qualquer coisa que não o que sentes, queres sentir o que os outros sentem porque parecem todos mais felizes que tu. Provavelmente estarão, já que estás cansada quase exausta.
Tens medo. Não tens paciência. Nada te corre bem e ainda assim sorris. Pensas que estás a injectar força e a vacina foi dada cedo demais - teve o efeito contrário.
Há dias que não rezas porque não o consegues fazer com o coração no sítio errado.
Comeste uma bolacha de chocolate que não comias há anos, comeste o gelado cheio de calorias que evitas constantemente. Nem assim.
Amanhã vais estar melhor, depois dos sonhos.
Pra semana ainda melhor, longe de tudo, perto do que é importante.

terça-feira, julho 17, 2007

H-A

- Olá!
- Olá!
- Adeus!
- Adeus, Homem-Areia...

segunda-feira, julho 16, 2007

Pensamento do dia (anterior)

Momentos ZEN às 7 da manhã dão direito a um valente raspanete paterno.

sexta-feira, julho 13, 2007

Yes, there is

There is a difference between dreaming and pretending.

Citando de novo oboato.blogspot.com

"A METÁFORA ENFRENTA PROBLEMAS INESPERADOS

Dizer que a conhecia de trás para a frente não era, necessariamente, uma ordinarice."

quinta-feira, julho 12, 2007

Ao meu cão, o meu Cupi(loto)

"Cegueira e burrice são duas limitações incompatíveis!!!"

Foi o pensamento do dia, hoje. Mas adoro-te, Canito!

domingo, julho 08, 2007

:)

God grant me the serenity
to accept the things I cannot change;
courage to change the things I can;
and wisdom to know the difference.

Reinhold Niebuhr

sexta-feira, julho 06, 2007

Lindo

Brutal
Vejam, revejam quantas vezes quiserem. Um videoclip comovente, alegre, brutal.
Jorge Palma no seu melhor. Enconstemo-nos.

Viver para contá-la



"A vida não é a que cada um viveu, mas a que recorda e como a recorda para poder contá-la"

Gabriel Garcia Márquez conta a sua vida até ao momento da sua viagem, ainda como jornalista e contador de histórias, para Genebra.

Um livro apaixonante, nem sempre fácil de ler e que, por ser auto-biográfico, não se insere sempre no conhecido estilo do autor.

Ficamos a saber muito da sua vida: que nunca cumpriu o sonho do pai e deixou o curso de Direito a meio, que dá muitos erros ortográficos, que é o primeiro de muitos irmãos.

Neste livro de quase 600 páginas ficamos a saber muito da juventude, amizades, da vida difícil que começou por ter o Nobel da literatura "Gabito" num período contorbado na Colômbia.

É também um excelente guia de leitura de algumas obras de Gabo. Pessoalmente foi uma fantástica operação de marketing porque fiquei com vontade de reler livros antigos e já tenho mais um inédito (nas minhas leituras) na mesinha de cabeceira.

quinta-feira, julho 05, 2007

A vida humana e respectivos credores, cintando oboato.blogspot.com, um dos meus blogs preferidos

Não me preocupa tanto que haja Deus e, havendo, um dia, queira fazer um juízo final; o que me aflige mesmo é que o acaso decida, algures, cobrar tudo quanto lhe devo.

terça-feira, julho 03, 2007

Sim, é verdade

Inquirido sobre a sua raça, respondeu:
Minha raça sou eu mesmo, João Passarinheiro.

Convidado a explicar-se, declarou:
Cada homem é uma Humanidade individual, senhor polícia. Cada homem é uma raça.

Mia Couto, o grande. adaptado porque foi escrito de memória.

Passados, Presentes

Prometeu-lhe que quando fossem velhinhos ia continuar a ser assim.
Prometeu-lhe que iam sempre ser o que tinham construído até hoje, naquela amizade que já teve de tudo: amor, discussões, enganos - e no fim, sempre o melhor disso tudo, a cumplicidade que lhes permitia dizer o que pensavam, alimentar as suas lágrimas com aquele sorriso que só eles sabiam dar um ao outro que dizia que "tudo vai passar. Passa sempre".

É porque se têm um ao outro. Porque sentem um amor infinito que ninguém parece compreender, apenas criticar ou desconfiar.
É porque só assim, com aquele amor fraterno inexplicável, as suas vidas faziam sentido.
Tinham a certeza que haviam sido amantes noutra vida e isso explicava tudo, até o facto de se sentirem como irmãos.

sábado, junho 30, 2007

Etapas

Fim. Início. Recomeço.
Não sei bem para onde me virar.
Sei que mais vale continuar a acreditar e não pensar muito no assunto.
Enfim, socióloga. Investigadora, dizem. Júnior, para não me sentir velha.

quarta-feira, junho 27, 2007

Não adormeças....

Andas a pedir que o tempo não passe sem perceberes que o tempo passa sempre.

Queres viver mais qualquer coisa que ainda não sabes o que é.

Desperdiças a vida mesmo sabendo que há coisas que nunca mais voltam.

Queres reciclar momentos e esqueces-te que são orgânicos - não voltam iguais, não se recriam: transformam-se.

terça-feira, junho 26, 2007

Futuros

A vida vai-se compondo aos poucos. Novas oportunidades que podem ser tudo ou não dar em nada. O fim que é sempre um início. Um percurso atribulado, com muitos azares e alguma irresponsabilidade à mistura.
A vida é mesmo assim. Hoje, como ontem, não me apetece já pular de alegria. É tarde. Mas estou feliz.
A vida foi dura algumas vezes, apesar de ser pródiga em relativizar todos os sobressaltos. "A vida é pra valer, não é brincadeira não" nunca foi o meu lema. Nas coisas sérias, sempre um sorrriso e a vontade de fugir. As menos sérias, as minhas preferidas, onde sempre me empenhei mais.
A vida é sempre a crescer. Cresço cada ano que passa, porque passa mais um mas também porque olho para trás e me apercebo o quão diferente sou hoje. Não sei se para melhor, uma vez que tenho apre(e)ndido o pior das pessoas e hoje, mais do que ontem, sei viver melhor com o pior dos outros , não sabendo se isso será bom.
Hoje, como sempre, fico feliz com um dia de sol, com a companhia dos amigos, com uma ida à praia (ou a simples possibilidade de isso acontecer), com a festa que o meu cão faz quando chego a casa. Hoje, como sempre, as coisas simples fazem-me feliz.
Hoje, como nunca, apercebo-me da maravilha do dom da vida: Vascos, Carolina e Beatriz, entre outros que já vieram ou estão para vir.
Hoje, para sempre, quero sentir-me assim.

segunda-feira, junho 25, 2007

Vamos

Sim, vamos para aquele sítio onde o Mar e a Lua são só nossos. Lá tudo faz mais sentido.

domingo, junho 24, 2007

A verdade

A melhor parte da vida de uma pessoa está nas suas amizades.

Abraham Lincoln

Sim,

obrigada.
O Sol não se viu mas foi um dia alegre.
Obrigada.

sábado, junho 16, 2007

Tempos

Perderam a noção do tempo. Anos passados, noites sem fim.
Houve demasiados fins para os levarem a sério sempre que os decidiram.
Ela tinha canções para o lembrar, recordações para o esquecer.
Ele tinha um emaranhado no coração, o sangue dela "errou de veia e se perdeu".
Ele sonhava, amava sem pensar nas madrugadas solitárias.
Ela queria virar no cruzamento. Ele segurava-lhe a mão distraídamente, sempre a olhar para a guitarra.

Madrugadas

A criançada cheia de Luz.
A alegria da vida.
O som do Bossa Nova, como antigamente.
Os desafios de sempre.
Chuva, sol, tudo intermitente.
A Paz de Deus. Certeza.
Saudades estranhas.
Falta de tempo.
Tropeções, risadas.
Esquecimentos práticos.
Consolos, colos.
Madrugadas pequenas demais.

Acorda acorda acorda
Mata-me de rir
Fala-me de amor
...

sexta-feira, junho 15, 2007

Reorganização

...na nomenclatura conjugal
Por uma questão de clareza do organograma, não apreciava o termo impreciso "amante". Preferia chamá-la vice-amor.
in oboato.

quarta-feira, junho 13, 2007

Dia 12

Nasce a Maria Carolina. O mundo fica melhor.

segunda-feira, junho 11, 2007

5 dias assim

Uhhhh Uhhhh! Coisi Fofiiii!!!

(o aplauso mais non sense que conheço. Dias a mil. Guitarras, panelas, latrinas. Amigos. Grandes amigos. Sim, foi muito bom.)

quarta-feira, junho 06, 2007

Vou...

... embora. E que bem que me vai saber!

domingo, junho 03, 2007

É

Quão mais longe se torna o cais
Lindo é voltar
Ivan Lins

Imagina

Imagina, imagina
Hoje à noite, a lua se apagar

Tom Jobim

sexta-feira, junho 01, 2007

Finalmente

Com calma, tudo vai regressando à normalidade.
Bem-haja!